

Schenberg e Televisão e Criança – desafios na formação dos cidadãos do futuro, além de apresentação de pesquisas, entre elas, do grupo Crítica de Arte e o estudo científico no NPTN sobre a telenovela. O evento conta com o apoio da Pró-Reitoria de Graduação, da Edusp e do Departamento de Comunicações e Artes. No Auditório Lupe Cotrim, no prédio principal da ECA (av. Prof. Lúcio Martins Rodrigues, 443, 1o andar, Cidade Universitária). Mais informações pelo tel. 3091-4081.

DEZ ANOS DE CIA.LIVRE
sinopse
Com o projeto CIA.LIVRE DEZ ANOS, a companhia busca estudar publicamente sua própria trajetória, dez anos após seu surgimento. Isso se dará a partir das seguintes ações integradas:
I. OCUPAÇÃO
Ocupação de um espaço público com uma instalação cênica móvel, que vai se fazendo e se transformando durante todo o projeto, com o objetivo de abrir e repensar os processos de criação da Cia. Livre.
Horário de visitação:
- quarta a domingo a partir das 19hs;
II. LEITURAS ENCENADAS
Leituras dramáticas encenadas, releitura presente de seis espetáculos da história da Cia.Livre:
Toda Nudez Será Castigada, de Nelson Rodrigues
- 20 e 21 de agosto às 16h;
- 22 de agosto às 21h;
Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams
- 27, 28 e 29 de agosto às 21h;
Depois do Expediente, de Franz Xaver Kroetz
- 24 de setembro às 21h;
Arena Conta Danton
- 10 e 11 de setembro às 21h30min;
- 12 de setembro às 21h;
Vem Vai – O Caminho dos Mortos
- 17, 18 e 19 de setembro às 21h;
Raptada pelo Raio
- 25 de setembro às 21h;
III. MESAS LIVRES
Debate com os atores e artistas-criadores sobre o processo de criação de alguns dos espetáculos. Reflexão sobre a relação entre pesquisa, processo de criação e constituição de uma linguagem específica. Mediação: Cecília de Almeida Salles
- 22 de agosto às 16hs - Toda nudez será castigada
- 29 de agosto às 16hs - Um bonde chamado desejo
- 12 de setembro às 16hs - Arena conta Danton
IV. PALESTRAS
Palestras que atravessam e transcendem o projeto CIA.LIVRE DEZ ANOS, contextualizando a história da Cia.Livre dentro de um panorama mais abrangente do teatro de grupo nos anos 2000 em São Paulo, de modo a refletir sobre seus antecedentes, influências e procedimentos.
- 1 de setembro às 20h: Arena Conta Arena 50 Anos – Palestra com Isabel Teixeira.
- 2 de setembro às 20h: A Universidade e o teatro de pesquisa dos anos 2000 – Palestra com Elizabeth Azevedo
- 3 de setembro às 20h: Criação Coletiva dos Anos 1960/70 – Palestra com Silvana Garcia
- 5 de setembro às 20h: Mesa-redonda sobre o processo colaborativo nos anos 2000, com participação de Fernando Bonassi, Cibele Forjáz, Antônio Araújo, Luiz Alberto de Abreu, dentre outros.
SERVIÇO
Período: 20 de agosto a 26 de setembro de 2010.
Local: Teatro da Universidade de São Paulo (TUSP), R. Maria Antônia, 294 - Consolação
E-mail: tuspmkt@usp.br
Telefone: 11 3255-7182
TODOS OS EVENTOS SÃO GRATUITOS
livre – para todo o público
Fonte: http://www.usp.br/tusp/agenda_maria_antonia_emcartaz.php
Com o projeto CIA.LIVRE DEZ ANOS, a companhia busca estudar publicamente sua própria trajetória, dez anos após seu surgimento. Isso se dará a partir das seguintes ações integradas:
I. OCUPAÇÃO
Ocupação de um espaço público com uma instalação cênica móvel, que vai se fazendo e se transformando durante todo o projeto, com o objetivo de abrir e repensar os processos de criação da Cia. Livre.
Horário de visitação:
- quarta a domingo a partir das 19hs;
II. LEITURAS ENCENADAS
Leituras dramáticas encenadas, releitura presente de seis espetáculos da história da Cia.Livre:
Toda Nudez Será Castigada, de Nelson Rodrigues
- 20 e 21 de agosto às 16h;
- 22 de agosto às 21h;
Um Bonde Chamado Desejo, de Tennessee Williams
- 27, 28 e 29 de agosto às 21h;
Depois do Expediente, de Franz Xaver Kroetz
- 24 de setembro às 21h;
Arena Conta Danton
- 10 e 11 de setembro às 21h30min;
- 12 de setembro às 21h;
Vem Vai – O Caminho dos Mortos
- 17, 18 e 19 de setembro às 21h;
Raptada pelo Raio
- 25 de setembro às 21h;
III. MESAS LIVRES
Debate com os atores e artistas-criadores sobre o processo de criação de alguns dos espetáculos. Reflexão sobre a relação entre pesquisa, processo de criação e constituição de uma linguagem específica. Mediação: Cecília de Almeida Salles
- 22 de agosto às 16hs - Toda nudez será castigada
- 29 de agosto às 16hs - Um bonde chamado desejo
- 12 de setembro às 16hs - Arena conta Danton
IV. PALESTRAS
Palestras que atravessam e transcendem o projeto CIA.LIVRE DEZ ANOS, contextualizando a história da Cia.Livre dentro de um panorama mais abrangente do teatro de grupo nos anos 2000 em São Paulo, de modo a refletir sobre seus antecedentes, influências e procedimentos.
- 1 de setembro às 20h: Arena Conta Arena 50 Anos – Palestra com Isabel Teixeira.
- 2 de setembro às 20h: A Universidade e o teatro de pesquisa dos anos 2000 – Palestra com Elizabeth Azevedo
- 3 de setembro às 20h: Criação Coletiva dos Anos 1960/70 – Palestra com Silvana Garcia
- 5 de setembro às 20h: Mesa-redonda sobre o processo colaborativo nos anos 2000, com participação de Fernando Bonassi, Cibele Forjáz, Antônio Araújo, Luiz Alberto de Abreu, dentre outros.
SERVIÇO
Período: 20 de agosto a 26 de setembro de 2010.
Local: Teatro da Universidade de São Paulo (TUSP), R. Maria Antônia, 294 - Consolação
E-mail: tuspmkt@usp.br
Telefone: 11 3255-7182
TODOS OS EVENTOS SÃO GRATUITOS
livre – para todo o público
Fonte: http://www.usp.br/tusp/agenda_maria_antonia_emcartaz.php

Direitos ainda não iguais para todos

JUSTIÇA
Dez anos depois de matar Sandra Gomide – no dia 20 de agosto de 2000 –, o jornalista Pimenta Neves continua em liberdade, num dos mais flagrantes exemplos de impunidade no Brasil em casos de crimes contra a mulher
PAULO HEBMÜLLER
Está nas mãos do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), a decisão a respeito do último recurso cabível no caso do assassinato da jornalista Sandra Gomide, ex-editora de Economia do jornal O Estado de S. Paulo.

O crime completa dez anos nesta sexta-feira, dia 20. O jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, diretor de redação do Estadão na época, confessou ter matado Sandra com dois tiros à queima-roupa num haras de Ibiúna, interior de São Paulo.
Sandra e Pimenta – que tinham então, respectivamente, 32 e 63 anos de idade – mantiveram por quatro anos um romance conturbado, com sucessivas rupturas e reatamentos. Semanas antes do crime, ela resolveu terminar de vez o caso. Pimenta, que já havia até alugado um apartamento em frente ao dela para espioná-la, demitiu-a e aumentou as perseguições. Ligou para amigos em outras redações para pedir que não a contratassem e chegou a derrubar reportagens do Estadão porque seus autores teriam sido solidários à ex-namorada. Na véspera do crime, almoçou com os pais de Sandra no sítio da família e, no dia seguinte, um domingo, levou pães para eles, antes de seguir para o haras onde tiraria a vida da jovem.
Sandra e Pimenta – que tinham então, respectivamente, 32 e 63 anos de idade – mantiveram por quatro anos um romance conturbado, com sucessivas rupturas e reatamentos. Semanas antes do crime, ela resolveu terminar de vez o caso. Pimenta, que já havia até alugado um apartamento em frente ao dela para espioná-la, demitiu-a e aumentou as perseguições. Ligou para amigos em outras redações para pedir que não a contratassem e chegou a derrubar reportagens do Estadão porque seus autores teriam sido solidários à ex-namorada. Na véspera do crime, almoçou com os pais de Sandra no sítio da família e, no dia seguinte, um domingo, levou pães para eles, antes de seguir para o haras onde tiraria a vida da jovem.

Pimenta passou apenas sete meses em prisão preventiva, entre setembro de 2000 e março de 2001, quando recebeu habeas corpus do STF. O caso foi a júri somente em 2006. O jornalista foi condenado a 19 anos e dois meses de prisão, mas manteve o direito de recorrer em liberdade. Mais tarde o Tribunal de Justiça de São Paulo reduziu a pena para 18 anos, por reconhecer a confissão espontânea do réu. Em 2007 a defesa passou a entrar com recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O primeiro deles demorou quase dois anos para ser julgado pela ministra Maria Theresa de Assis Moura, que manteve a condenação, mas reduziu a pena para 15 anos. Novos recursos especiais foram tentados no STJ, mas também negados. Se o STF indeferir a última tentativa – o recurso extraordinário, que questiona a legalidade de todo o processo, a ser apreciado pelo ministro Celso de Mello –, Pimenta deve ser finalmente preso.

Direitos ainda não iguais para todos


JUSTIÇA
Dez anos depois de matar Sandra Gomide – no dia 20 de agosto de 2000 –, o jornalista Pimenta Neves continua em liberdade, num dos mais flagrantes exemplos de impunidade no Brasil em casos de crimes contra a mulher
PAULO HEBMÜLLER
Está nas mãos do ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), a decisão a respeito do último recurso cabível no caso do assassinato da jornalista Sandra Gomide, ex-editora de Economia do jornal O Estado de S. Paulo. O crime completa dez anos nesta sexta-feira, dia 20. O jornalista Antonio Marcos Pimenta Neves, diretor de redação do Estadão na época, confessou ter matado Sandra com dois tiros à queima-roupa num haras de Ibiúna, interior de São Paulo.
Sandra e Pimenta – que tinham então, respectivamente, 32 e 63 anos de idade – mantiveram por quatro anos um romance conturbado, com sucessivas rupturas e reatamentos. Semanas antes do crime, ela resolveu terminar de vez o caso. Pimenta, que já havia até alugado um apartamento em frente ao dela para espioná-la, demitiu-a e aumentou as perseguições. Ligou para amigos em outras redações para pedir que não a contratassem e chegou a derrubar reportagens do Estadão porque seus autores teriam sido solidários à ex-namorada. Na véspera do crime, almoçou com os pais de Sandra no sítio da família e, no dia seguinte, um domingo, levou pães para eles, antes de seguir para o haras onde tiraria a vida da jovem.
Pimenta passou apenas sete meses em prisão preventiva, entre setembro de 2000 e março de 2001, quando recebeu habeas corpus do STF. O caso foi a júri somente em 2006. O jornalista foi condenado a 19 anos e dois meses de prisão, mas manteve o direito de recorrer em liberdade. Mais tarde o Tribunal de Justiça de São Paulo reduziu a pena para 18 anos, por reconhecer a confissão espontânea do réu. Em 2007 a defesa passou a entrar com recursos no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O primeiro deles demorou quase dois anos para ser julgado pela ministra Maria Theresa de Assis Moura, que manteve a condenação, mas reduziu a pena para 15 anos. Novos recursos especiais foram tentados no STJ, mas também negados. Se o STF indeferir a última tentativa – o recurso extraordinário, que questiona a legalidade de todo o processo, a ser apreciado pelo ministro Celso de Mello –, Pimenta deve ser finalmente preso.

Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra
De 01 a 07 de setembro
Falta menos de um mês para o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra. Entre os dias 01 e 07 de setembro, toda a sociedade brasileira terá a oportunidade de dizer se é a favor ou contra a concentração de terras no país, ou seja, se concorda ou não com o latifúndio. Veja o vídeo da campanha.
Movimentos sociais, partidos, entidades, pastorais sociais do campo e organizações da sociedade civil estão articulando uma campanha pelo fim do latifúndio, buscando promover a conscientização sobre as raízes dessa concentração e seus efeitos nefastos, como a desigualdade social e a fome.
Vários Estados brasileiros estão organizando debates, seminários, ações de divulgação e eventos nesse sentido. Durante os dias 15 e 17 de julho, cerca de 100 representantes estiveram reunidos em Brasília para a II Plenária Nacional de Organização do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra.
Dentre os encaminhamentos da plenária, foi definido o Dia Nacional de Mobilização pelo Limite da Propriedade da Terra, que será realizado no dia 12 de agosto, em memória à mártir Margarida Alves, camponesa assassinada em 1983. Neste dia os articuladores do Plebiscito Popular farão um grande mutirão de formação da sociedade brasileira que já está sendo conscientizada sobre a realidade agrária do país.
A população brasileira também é convidada a participar de um abaixo-assinado que já está circulando em todo país e que continuará após o Plebiscito. O objetivo desta coleta de assinaturas é entrar com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso Nacional para que seja inserido um novo inciso no artigo 186 da Constituição Federal que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural.
O plebiscito está sendo promovido pelas 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária (FNRA) e Justiça no Campo, a Assembleia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos. O ato ainda conta com o apoio oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).
http://www.youtube.com/watch?v=uaMkm-NJCk4&feature=player_embedded#at=93
Falta menos de um mês para o Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra. Entre os dias 01 e 07 de setembro, toda a sociedade brasileira terá a oportunidade de dizer se é a favor ou contra a concentração de terras no país, ou seja, se concorda ou não com o latifúndio. Veja o vídeo da campanha.
Movimentos sociais, partidos, entidades, pastorais sociais do campo e organizações da sociedade civil estão articulando uma campanha pelo fim do latifúndio, buscando promover a conscientização sobre as raízes dessa concentração e seus efeitos nefastos, como a desigualdade social e a fome.
Vários Estados brasileiros estão organizando debates, seminários, ações de divulgação e eventos nesse sentido. Durante os dias 15 e 17 de julho, cerca de 100 representantes estiveram reunidos em Brasília para a II Plenária Nacional de Organização do Plebiscito Popular pelo Limite da Propriedade da Terra.
Dentre os encaminhamentos da plenária, foi definido o Dia Nacional de Mobilização pelo Limite da Propriedade da Terra, que será realizado no dia 12 de agosto, em memória à mártir Margarida Alves, camponesa assassinada em 1983. Neste dia os articuladores do Plebiscito Popular farão um grande mutirão de formação da sociedade brasileira que já está sendo conscientizada sobre a realidade agrária do país.
A população brasileira também é convidada a participar de um abaixo-assinado que já está circulando em todo país e que continuará após o Plebiscito. O objetivo desta coleta de assinaturas é entrar com um Projeto de Emenda Constitucional (PEC) no Congresso Nacional para que seja inserido um novo inciso no artigo 186 da Constituição Federal que se refere ao cumprimento da função social da propriedade rural.
O plebiscito está sendo promovido pelas 54 entidades que compõem o Fórum Nacional pela Reforma Agrária (FNRA) e Justiça no Campo, a Assembleia Popular (AP) e o Grito dos Excluídos. O ato ainda conta com o apoio oficial da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).
http://www.youtube.com/watch?v=uaMkm-NJCk4&feature=player_embedded#at=93

ABONG lança pesquisa e realiza seminário sobre acesso de ONGs a recursos privados
A ABONG, Associação Brasileira de ONGs, lançará, no dia 24 de agosto, a pesquisa Sustentabilidade das ONGs no Brasil: acesso a recursos privados. Realizada ao longo do ano de 2008, a partir da colaboração de diversas organizações associadas, a pesquisa levantou um volume significativo de informações sobre a relação entre as organizações e os fundos privados, com o objetivo de contribuir para o aprofundamento do debate sobre sustentabilidade.
Com as mudanças nas relações com os parceiros tradicionais, como as agências de cooperação internacional, as organizações da sociedade civil têm enfrentado novos desafios para manter suas estruturas e projetos em funcionamento. A ABONG tem se debruçado sobre este tema de forma ampla, tanto na luta por uma legislação que regulamente o acesso a recursos públicos quanto na discussão do acesso a recursos privados.
Para o lançamento da pesquisa, será realizado um seminário aberto ao público. Fazem parte da programação mesa de debate sobre os temas “Sustentabilidade das organizações da sociedade civil e a iniciativa privada” e “Experiência das organizações da sociedade civil”, além da apresentação dos resultados da pesquisa e distribuição da publicação, discussões em grupo e uma plenária (veja a programação completa abaixo).
A atividade acontece das 9h30 às 17h30, no Itaú Cultural – Sala Vermelha. As inscrições para o seminário são gratuitas e poderão ser feitas mediante o envio de nome e informações de contato para o endereço eletrônico inscricao@abong.org.br. As vagas são limitadas à capacidade do auditório.
Serviço
Lançamento da pesquisa e seminário Sustentabilidade das ONGs no Brasil: acesso a recursos privados
24 de agosto de 2010
Das 9h30 às 17h30
Itaú Cultural (Sala Vermelha) – Avenida Paulista, 149, São Paulo (metrô Brigadeiro)
Informações à imprensa
Ana Maria Straube – comunicacao@abong.org.br
Gustavo Paiva – info@abong.org.br
(11) 3237-2122
Programação
9h30 – 11h
Mesa 1 - Sustentabilidade das organizações da sociedade civil e a iniciativa privada
André Degenszajn (GIFE)
Neylar Lins (Fundação Avina e Articulação D3)
Vera Masagão (ABONG)
11h15 – 12h30
Mesa 2 – Experiência das organizações da sociedade civil – resultados da pesquisa
Taciana Gouveia (SOS CORPO)
Mônica Oliveira (Oxfam GB)
Marcelino Lima (Centro Sabiá)
12h30 – 13h30
Lançamento e apresentação da pesquisa Sustentabilidade das ONGs no Brasil: acesso a recursos privados
13h30 – 17h30
Troca de experiências em grupos
15h30 - 17h30
Apresentação dos resultados dos grupos e debate de perspectivas
Com as mudanças nas relações com os parceiros tradicionais, como as agências de cooperação internacional, as organizações da sociedade civil têm enfrentado novos desafios para manter suas estruturas e projetos em funcionamento. A ABONG tem se debruçado sobre este tema de forma ampla, tanto na luta por uma legislação que regulamente o acesso a recursos públicos quanto na discussão do acesso a recursos privados.
Para o lançamento da pesquisa, será realizado um seminário aberto ao público. Fazem parte da programação mesa de debate sobre os temas “Sustentabilidade das organizações da sociedade civil e a iniciativa privada” e “Experiência das organizações da sociedade civil”, além da apresentação dos resultados da pesquisa e distribuição da publicação, discussões em grupo e uma plenária (veja a programação completa abaixo).
A atividade acontece das 9h30 às 17h30, no Itaú Cultural – Sala Vermelha. As inscrições para o seminário são gratuitas e poderão ser feitas mediante o envio de nome e informações de contato para o endereço eletrônico inscricao@abong.org.br. As vagas são limitadas à capacidade do auditório.
Serviço
Lançamento da pesquisa e seminário Sustentabilidade das ONGs no Brasil: acesso a recursos privados
24 de agosto de 2010
Das 9h30 às 17h30
Itaú Cultural (Sala Vermelha) – Avenida Paulista, 149, São Paulo (metrô Brigadeiro)
Informações à imprensa
Ana Maria Straube – comunicacao@abong.org.br
Gustavo Paiva – info@abong.org.br
(11) 3237-2122
Programação
9h30 – 11h
Mesa 1 - Sustentabilidade das organizações da sociedade civil e a iniciativa privada
André Degenszajn (GIFE)
Neylar Lins (Fundação Avina e Articulação D3)
Vera Masagão (ABONG)
11h15 – 12h30
Mesa 2 – Experiência das organizações da sociedade civil – resultados da pesquisa
Taciana Gouveia (SOS CORPO)
Mônica Oliveira (Oxfam GB)
Marcelino Lima (Centro Sabiá)
12h30 – 13h30
Lançamento e apresentação da pesquisa Sustentabilidade das ONGs no Brasil: acesso a recursos privados
13h30 – 17h30
Troca de experiências em grupos
15h30 - 17h30
Apresentação dos resultados dos grupos e debate de perspectivas

Seminário Internacional sobre Educação, Arte e Política
A 29ª Bienal de São Paulo está ancorada na idéia de que é impossível separar a arte da política. Essa impossibilidade se expressa no fato de que a arte, por meio que lhes são próprios, é capaz de interromper as coordenadas sensoriais com que entendemos e habitamos o mundo, inserindo nele temas e atitudes que ali não cabiam e tornando – o, assim, diferente e mais largo. É nesse sentido que o título dado à exposição, “ Há sempre um copo de mar para um homem navegar” – verso do poeta Jorge de Lima tomado emprestado de sua obra maior, Invenção de Orfeu (1952)-, sintetiza o que se busca com a próxima edição da Bienal de São Paulo: afirmar que a dimensão utópica da arte está contida nela mesma, e não no que está fora ou além dela. É nesse “copo de mar”- ou nesse infinito próximo que os artistas teimam em produzir- que, de fato, está a potência de seguir adiante, a despeito de tudo o mais; a potência de seguir adiante, como diz o poeta, “mesmo sem naus e sem rumos / mesmo sem vagas e areias”. A 29ª Bienal de São Paulo pretende ser, assim, simultaneamente, uma celebração do fazer artístico e uma afirmação de sua responsabilidade perante a vida; momento de desconcerto dos sentidos e, ao mesmo tempo, de geração de conhecimento que não se encontra em nenhuma outra parte. Pretende, por tudo isso, envolver o público na experiência sensível que a trama das obras expostas promove, e também na capacidade destas de refletir criticamente o mundo em que estão inscritas. Enfim, oferecer exemplos de como a arte tece, entranhada nela mesma, uma política. A partir deste contexto, o Projeto Educativo da 29ª Bienal de São Paulo realizará um Seminário Internacional que discutirá Educação, Arte e Política.
A seguir, a programação:
Datas 20 e 21 de agosto de 2010
Público – Alvo: professores e educadores, artistas e interessados em geral.
MESA 1 – Experiência e Educação Sexta, 20 de agosto, 18h às 22h
A idéia é tratar da noção de experiência: a potência e o sentido político da experiência no campo da arte, seus significados, o encontro do sujeito com a arte ativando seus diferentes repertórios e experiências, etc. Jorge Larossa – educador e pesquisador, professor de Filosofia da Educação na Universidade de Barcelona Peter Pal Pelbart – filósofo e educador Jailson de Souza e Silva – geógrafo, professor da Universidade Federal Fluminense e fundador e coordenador do Observatório de Favelas Junger Bock – diretor da Maumaus – Escola de Artes Visuais, Lisboa – Portugal. Mila Chiovatto (mediação) – educadora, coordenadora da Ação Educativa da Pinacoteca de São Paulo
MESA 2 – Política e Educação Sábado, 21 de agosto, manhã, 9h às 13h
A dimensão política das relações entre arte e educação: as teorias de Paulo Freire, a experiência da Fundação Casa Grande, em Nova Olinda/CE, e o panorama internacional. Pablo Helguera – artista e educador, diretor do Adult and Academic Programs do MoMA Luiza Erundina – política e educadora, deputada federal e ex-prefeita de São Paulo Francisco Alemberg – músico, educador e pesquisador, criador da Fundação Casa Grande, Nova Olinda/CE Paulo Portella (mediação) – educador, coordenador da Ação Educativa do MASP
MESA 3 - Corpo e Educação Sábado, 21 de agosto, tarde, 14h às 17h
A potência do corpo nas experiências educativas e sua relativa ausência na educação formal, o descolamento da experiência corporal em relação à produção de pensamento e conhecimento, as conexões entre corpo, arte e política, etc. Sangeeta Isvaran – artista, educadora e pesquisadora, ligada ao campo da performance, dança e teatro (Índia) Sérgio de Carvalho – dramaturgo, diretor da Companhia do Latão, professor de Dramaturgia e Crítica do Teatro da Universidade de São Paulo Braz Rodrigues Nogueira – Diretor do EMEF Presidente Campos Salles e Diretor da UNAS – União de Núcleos Associações e Sociedades de Moradores de Heliópolis e São João Clímaco. Renata Bittencourt (mediação) – educadora, coordenadora da Ação Educativa do Itaú Cultural
Para se increver entrem no site http://www.divertecultural.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=94
Fonte: http://www.divertecultural.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=94
A seguir, a programação:
Datas 20 e 21 de agosto de 2010
Público – Alvo: professores e educadores, artistas e interessados em geral.
MESA 1 – Experiência e Educação Sexta, 20 de agosto, 18h às 22h
A idéia é tratar da noção de experiência: a potência e o sentido político da experiência no campo da arte, seus significados, o encontro do sujeito com a arte ativando seus diferentes repertórios e experiências, etc. Jorge Larossa – educador e pesquisador, professor de Filosofia da Educação na Universidade de Barcelona Peter Pal Pelbart – filósofo e educador Jailson de Souza e Silva – geógrafo, professor da Universidade Federal Fluminense e fundador e coordenador do Observatório de Favelas Junger Bock – diretor da Maumaus – Escola de Artes Visuais, Lisboa – Portugal. Mila Chiovatto (mediação) – educadora, coordenadora da Ação Educativa da Pinacoteca de São Paulo
MESA 2 – Política e Educação Sábado, 21 de agosto, manhã, 9h às 13h
A dimensão política das relações entre arte e educação: as teorias de Paulo Freire, a experiência da Fundação Casa Grande, em Nova Olinda/CE, e o panorama internacional. Pablo Helguera – artista e educador, diretor do Adult and Academic Programs do MoMA Luiza Erundina – política e educadora, deputada federal e ex-prefeita de São Paulo Francisco Alemberg – músico, educador e pesquisador, criador da Fundação Casa Grande, Nova Olinda/CE Paulo Portella (mediação) – educador, coordenador da Ação Educativa do MASP
MESA 3 - Corpo e Educação Sábado, 21 de agosto, tarde, 14h às 17h
A potência do corpo nas experiências educativas e sua relativa ausência na educação formal, o descolamento da experiência corporal em relação à produção de pensamento e conhecimento, as conexões entre corpo, arte e política, etc. Sangeeta Isvaran – artista, educadora e pesquisadora, ligada ao campo da performance, dança e teatro (Índia) Sérgio de Carvalho – dramaturgo, diretor da Companhia do Latão, professor de Dramaturgia e Crítica do Teatro da Universidade de São Paulo Braz Rodrigues Nogueira – Diretor do EMEF Presidente Campos Salles e Diretor da UNAS – União de Núcleos Associações e Sociedades de Moradores de Heliópolis e São João Clímaco. Renata Bittencourt (mediação) – educadora, coordenadora da Ação Educativa do Itaú Cultural
Para se increver entrem no site http://www.divertecultural.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=94
Fonte: http://www.divertecultural.com.br/portal/index.php?option=com_content&view=article&id=94
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